nada está em ordem
o hábito não é bom
e o silêncio é maculado
os mantras de Manoel de Barros
ecoam nas desimportâncias
e estou diante de mim
com braços sobre meu peito
tudo é menor
e desimportante
por certo somos
coisas cheias
de um vazio redundante
como se todo o tanto
mal bastasse
meu diário é prólogo
de desimportâncias valiosas.
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