farfalha como o vento
pelos vitrais embaçados
e os olhos medonhos
alimentam seus seios
bela menina chorosa
se despe como brisa
suave e fria
já não quer sonhos
translúcida brilha
entre os cristais desbotados
numa manhã falha
e inesquecível.
guardaria meus deuses e mitos em voz baixa se o hedonismo me permitisse brandura e compaixão, mas não funciono assim. as palavras que afagam...
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